domingo, 15 de janeiro de 2012

Oh My Fucking God...

Eu esqueci totalmente desse blog. Esqueci, juro que esqueci. o___O Talvez seja porque ninguém lê, huahuahuaua.

Enfim, 2012, gente. O mundo acabará? Duvido. Só acredito se acabar. E de qualquer modo, como as previsões supersticiosas apontam o dia do Juízo Final como 12 de dezembro (acho) ainda temos um ano inteiro pela frente. Oh yeah.

Mas eu fiz tanta coisa neste último ano que nem eu mesma acredito. Eu me casei e me separei (sim, num mesmo ano, foi tipo casamento de celebridade, a jato, huahuauha). Eu entrei e saí da faculdade (é, eu sei, eu não gostava do curso). Eu me mudei, fui expulsa de casa, fui morar sozinha, voltei pra casa da minha mãe...

Nem sei como sobrevivi a tanta coisa, honestamente. Só o que eu desejo para 2012 é um pouco de estabilidade nessa porradevidaloucadocaralho. Talvez eu tenha conseguido pois passei em um concurso público e estou esperando ser convocada (yay). Espero que me convoquem ainda este ano, rs. Vou tentar outro de qualquer jeito, e este outro é "vitalício", ou seja, se não quiser sair nem fizer uma cagada fenomenal e ser exonerada, posso me aposentar no emprego.

Seria uma boa. Uma vida toda trabalhando no mesmo lugar. Mas será que seria suportável? Gostoso? Vantajoso? Bem, eu sei lá. Não faço a mais puta idéia do que é ter uma vida estável. Seria bom experimentar, pra variar.

Também perdi um amor. Não, não foi o marido, foi um cão. Mais um. Não aguento mais amar cães e vê-los morrer de doenças que não tenho poder para curar. Doeu mais do que o divórcio, essa viuvez. Porque do meu ex-marido, quase não sobraram lembranças boas. Já do falecido cachorro, não tenho nenhuma lembrança ruim. Só saudade.

Mas saudade um dia passa, especialmente porque eu sei que ele está bem, está num lugar melhor do que aqui nessa Terra horrorosa. Né? Ele que se deu bem e nós é que ficamos aqui se fudendo. A vida é assim, eu acho.

Um eterno arrebatamento, onde os bons vão embora e os não tão bons ficam aqui vagabundeando. Sei lá. Só sei que não sei, como minha mãe diz.

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